Quem faz o trabalho

João Victor Grandizoli
Engenheiro físico formado pela UFSCar em 2016. Desde então trabalho entre tecnologia e mercado financeiro. Hoje sou CTO da Care Multi-Family Office, onde construí e opero os três sistemas que sustentam a casa — o painel gerencial, o CRM e o hub do consultor.
Não fui contratado para entregar e ir embora. Tive que conviver com o que construí: usar todo dia, manter, corrigir quando quebrou e ouvir de quem depende daquilo. Essa vivência é o que levo para os projetos da Ludens.
- Entender antes de propor
A formação em engenharia me ensinou a investigar e conferir os dados antes de concluir. Na empresa, isso também exige ouvir quem faz o trabalho. O pedido inicial é um ponto de partida: pode haver outra causa por trás do problema que aparece.
- Da análise à execução
Minha experiência passa por gestão, empresas de tecnologia e mercado financeiro. Na Ludens, junto essas frentes para entender o problema de negócio e implementar uma solução que a equipe consiga usar. Pode ser um processo melhor, uma planilha, uma integração ou um sistema.
Uso ferramentas de IA no desenvolvimento quando ajudam. A decisão sobre o que construir, a validação e a responsabilidade pelo trabalho continuam comigo.
- Uma proposta que faça sentido para a empresa
Antes de propor um projeto, comparo o benefício esperado com o investimento e o esforço para mudar a rotina. Deixo claras as premissas, as limitações e o que precisa ser verificado. Se uma alternativa mais simples resolver, prefiro começar por ela.
- Poucos projetos por vez
Sou CTO da Care Multi-Family Office e mantenho essa atuação. Por isso, a Ludens trabalha com poucos projetos, com escopo e agenda combinados antes da contratação. Se o prazo não couber na minha disponibilidade, digo antes de começarmos.
A continuidade precisa ser planejada: treinamento, documentação, responsáveis e uma alternativa se a ferramenta ficar indisponível. O suporte tem condições próprias, definidas conforme a necessidade da operação.